Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

Um pequena ajuda, aqui, por favor.

Estou a pensar fazer depilação a laser mas tenho um bocado de receio. A minha amiga com quem estou a viver tem uma máquina, por isso, quanto ao preço não tenho problemas, é grátis.
Já alguém fez? Fizeram alergia ou ficaram com manchas na pele?

Contem-me tudo, please!



Domingo, 12 de Fevereiro de 2012

Antes & Depois


Aqui está o resultado do acesso de loucura que tive há cerca de duas semanas.
Eu tardo, mas não falho. 


Não sei para que coloco as estrelinhas na minha cara, mas pronto.

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Posts from England #2

Hoje fui abrir uma conta bancária e quando a funcionária percebeu que eu sou portuguesa, nunca mais se calou. Estive uma hora e meia para abrir a minha conta, já sei que vai casar no próximo ano, que nasceu em Gôa, que os pais têm ascendência portuguesa e muitos mais pormenores da vida dela e ainda me deu o contacto para eu lhe enviar o meu currículo!

I love Portugal!
Tem tanto sol e calor!
Adoro bacalhau!
Adoro galão!
O Marquês de Pombal em Lisboa é lindo!
E o Algarve?
Lovely!

E depois o funcionário do balcão ao lado também se juntou à conversa e disse que adora Vilamoura e ir para a marina beber muita cerveja. É tão engraçado e bom ouvir as pessoas a falar de Portugal, esse nosso cantinho à beira-mar plantado!

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

"Home sweet home"


Decidi ir ao centro da cidade porque queria comprar um verniz e um cartão para o telemóvel. Saí sozinha pela primeira vez e perdi-me. Acho que andei mais de seis quilómetros a pé. Está tanto frio! Fui logo perder-me num dia assim gelado. Mas finalmente cheguei a casa, que ainda não chamo de minha mas que hoje me fez sentir como se fosse. Adoro o facto das casas aqui estarem sempre tão quentinhas. Agora vou ali tomar um chazinho, que já passa das cinco.

Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

Posts from England #1

Estou numa cidade bem agradável, apesar do frio. Prometo fotos para daqui a uns dias, ainda não tirei nenhuma porque mesmo saindo com a máquina fotográfica na mala, o frio da rua só me dá vontade de fazer tudo rápido e voltar para casa, mas já percebi que tenho que perder a preguiça e começar a dar uns cliques! Há coisas bem giras por aqui, pelo menos para mim, que sou estrangeira, as pessoas com quem vivo não entendem como posso achar a estação ou os pubs algo digno de ser fotografado! As coisas que mais me surpreenderam até agora foram a quantidade de pessoas obesas (com mais de quarenta anos) que se vê na rua e a enorme quantidade de filhos que os ingleses têm. As mães são tão jovens, há casais com vinte e poucos anos e já com dois ou três filhos. De manhã, na rua, só se vê pessoas idosas e pais a passear bebés. É uma realidade mesmo diferente da a que estava habituada.

Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

Distâncias.

Estou longe dos meus, a duas horas de avião - que parece tão pouco! - mas eu não sou de novas tecnologias nem de coisas fugazes. Essas duas horas, não são apenas duas horas, são mais de mil e duzentos quilómetros e é esta a medida que me atinge o coração. São estas centenas de quilómetros que me causam um aperto imensurável quando, antes de dormir, me lembro de todos aqueles que não estão à distância de um abrir e fechar de olhos.

Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Boa, Lady Me!


Continua a achar que o frio é psicológico e vais ver o que é bom para a tosse!
Apanhei gripe, daquelas com tudo a que tenho direito. É para aprender que 0ºC significam muito frio e é preciso vestir roupa a sério.

Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

How cool?


Vivo numa casa típica inglesa.
E sempre que saio à rua penso que estou num filme, é que ainda não me parece mesmo que é real!

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

É emigrar, de coração apertado.

Custa muito estar a deixar tudo para trás, ter que condensar o essencial da minha vida, não nos 23 quilos de bagagem de porão e nos 8 quilos de mão, mas no coração. Custa, mas tem que ser. Não é, mundo? Porque hoje em dia é a lei da sobrevivência, como foi há 50 anos atrás com os nossos avós. É emigrar! É colocar o trabalho à frente de tudo, é deixar amigos, família e o amor para trás. Engraçado que quem nos "manda" sair daqui, está cá muito bem, com uma cadeira confortável e uma futura reforma rechonchuda. E é tudo aquilo que todos os jovens como eu, que estão prestes a sair do país ou pensam nisso, sabem.
Eu podia continuar por aqui a concorrer a concursos públicos, a responder a anúncios de jornal, a candidatar-me às ofertas do Net-empregos, mas não era a mesma coisa. Podia continuar a viver às custas dos meus pais (da minha mãe, melhor dizendo), claro que podia! Mas já tenho o meu curso, já tenho quase 23 anos e quero a minha independência, a oportunidade surgiu e embora não vá trabalhar na minha área, já é um salto para procurar outras oportunidades. Pensar global, como me disseram muitos professores. As coisas precipitaram-se e dia 29 de Janeiro aterro em terras de sua majestade, onde vou ficar pelo menos seis meses! Wish me luck!

Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

Daquele senhor que parece saber tudo sobre o amor.

"Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
"

Miguel Esteves Cardoso, podem encontrar o texto aqui.

Foi a Ana, daqui, que me sugeriu este texto. Fez-me bem, muito bem. Mais uma vez, obrigada!

Sábado, 14 de Janeiro de 2012

Desabafo.

Nada do que sinto agora faz sentido. Estou a ser infiel aos meus princípios, eu sinto que sim e não consigo deixar de me sentir mal por isso. Dizem para eu aproveitar a vida, sair, divertir-me. Eu rio-me, mas o meu coração chora. Eu danço, mas a minha cabeça só quer dormir. Eu canto, mas só sinto vontade de dar um grito de desespero. Há momentos em que se me apontassem uma arma à cabeça, eu diria que sim, que disparassem, porque talvez fizesse mais sentido do que aquilo que não consigo deixar de sentir. Quero ser eu própria e não consigo. A pessoa que vejo ali não sou eu. Não gosto de conquistas fugazes, nem que me peçam o número de telefone, nem que me perguntem o nome, nem que se aproximem de mim. Não gosto e fujo sempre disso. Mas acho que a minha bolha de protecção já não funciona bem. Dizem que é assim que tem que ser. Sair e divertir. E eu não sou falsa, uma parte de mim ri-se mesmo, diverte-se mesmo, canta mesmo, mas a outra não. A outra puxa-me para o meu mundo que deixou de existir e quando caio em mim e percebo que já não existe, sinto-me uma sem-abrigo bem vestida por ter vergonha de mostrar o que é na realidade.

Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012

Fui aos saldos. É, eu também vou aos saldos.

Precisava de uns sapatos pretos, acabei por comprar uns botins cinza. Concluindo: continuo o precisar de uns sapatos pretos. Na loja gostei, depois deixei de gostar e agora já gosto outra vez. Comprei também uns calções pretos de renda, que adorei! Só tenho que os apertar porque pronto, o XS estava esgotado e não havia mais nada que eu tivesse gostado.




As fotos não estão fantásticas, eu sei, mas hoje vou usar isto tudo e depois tiro uma foto para vocês. Que eu sou uma simpática e há muito que não exponho aqui a minha bela figura.

Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

Descruzados


Desde que a nossa relação terminou, nunca mais o tinha visto. Vi-o na passada sexta-feira. Eu estava sentada num banco de jardim a apanhar sol e quando olhei para a praça, por acaso, ele ia a passar do outro lado. Segui-o com os olhos até onde pude. Senti o coração aos pulos, descompassado... É tão difícil não poder ir ali, ao lado dele, como tantas vezes fui.

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Eu sou perita em mudar planos e andar a saltar de sonho em sonho.

Um grande problema meu é ser positiva demais. Quando sou aceite a uma entrevista fico logo a imaginar-me a sair de casa todos os dias, vejo qual o caminho mais rápido pra chegar, onde estacionar, etc, etc, etc. Depois é a desilusão. Andei a estudar três semanas para duas provas de conhecimentos e dois dias antes ligaram-me a dizer que não valia a pena estudar porque o lugar estava já predestinado a uma pessoa, o concurso público era apenas um "tapa olhos" para passar a pessoa que lá estava para os quadros, mas que eu poderia ir na mesma à prova para me habituar a estas coisas. Sempre ficava a saber como funciona. Sabem aquela vontade enorme de mandar tudo para aquele sítio feio? Foi o que eu senti. Nem lá pus os pés! Ainda pensei em ir só para dar trabalho ao corrigirem a minha prova, mas depois pensei que talvez até as notas na pauta fossem fachada e não fui. Agora tenho dois planos: Suíça e Inglaterra. Se até março não conseguir nada vou trabalhar cinco meses em Inglaterra, já tenho casa e depois nesses meses posso procurar algo na minha área, não que lá esteja melhor que aqui, mas não custa tentar. E aqui estou eu, a tentar comedir o meu entusiasmo, que tantas vezes cresce demais! Pelo menos não paro de sonhar! Sempre a delinear planos b, quer dizer, depois deste tempo todo à procura de trabalho acho que já esgotei o alfabeto! Nunca me defini como sonhadora, sou mais uma optimista incurável, mesmo quando me apetece fechar-me no meu mundo, estes planos que aparecem de repente dão-me força, nem que seja só até à próxima desilusão. 


"Quando o homem sonha, o mundo pula e avança."

Sábado, 7 de Janeiro de 2012

Da humilhação por amor.

A propósito de um comentário que recebi no post anterior... Disse-me, uma menina, que se o namorado fosse embora, pediria para ele voltar nem que para isso tivesse que se humilhar. Eu acho que isso é simplesmente a pior coisa que se pode fazer. Quando alguém nos diz que já não dá mais, mesmo que não nos dê nenhuma razão convincente, humilharmo-nos para quê? Para ficarem com pena de nós? Se a pessoa quer ir embora, se tem a certeza que é o que quer, depois de termos dito tudo o podíamos dizer para que ficasse, o que se pode fazer? Implorar e chorar de joelhos? Andar atrás? Se não ficou porque não quis mesmo sabendo que ainda havia um sentimento forte do outro lado, não vale um "volta", se nos deixou sem olhar para trás, porque haveremos de pedir para voltar? Acho que nesse caso quem foi é que se pode arrepender e pedir para voltar e aí pode ou não chegar tarde de mais. Por muito que amemos alguém não vale a nossa humilhação, quem a vale nunca nos fará passar por isso. É apenas a minha opinião.


Bom fim-de-semana, meus queridos!

Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

Da saudade.

Ontem, ao ler um texto desta menina, que eu adoro tanto, fiz um comentário que vai ser o meu post de hoje. E foi mais ou menos isto: Agora fiquei a pensar... 40 dias depois de ele terminar comigo apercebi-me que eu não disse uma única vez "volta" porque primeiro, pensei que ele nunca voltaria e porque segundo, achei que ele não me ia fazer falta (com o tempo, claro). Mas agora fiquei a pensar no que seria se eu tivesse dito para ele voltar e senti saudade de quando via filmes bons, que ele escolhia sempre e eu reclamava que não ia gostar, de ele se levantar antes de mim e não me acordar porque ia por roupa a lavar e começar a fazer o almoço, de sair com ele, ir beber cerveja, comer amendoins e ver os nossos clubes a jogar, de fazer apostas e eu perder sempre, de chegar a casa dele e dizer "hoje vim pra ficar", de eu nunca saber o que cozinhar, de falar sobre um futuro que nunca existiu nem vai existir... Ai. E ainda hoje eu disse que estava tão bem sem ele, muito melhor sem ele. E agora fiquei com saudade.


Uma saudade apertada, tão apertada.


Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

Oh fuck, this is hard.

Ando a tentar uma terapia alternativa ao tratamento com medicamentos da depressão. Nunca tive coragem de ir ao médico, quando estou mesmo mal fecho-me no quarto e pronto. Pesquisei tratamentos alternativos aos antidepressivos. Ando com chás, relaxamento, música e um pouco de meditação, mas não está a resultar nada. Hoje tive um verdadeiro ataque de ansiedade, como já não tinha desde a faculdade e que me fez ir parar ao hospital na altura. Cheguei ao ponto em que não posso fugir mais. Achava que pensamentos positivos ou que sair quase sempre que me convidam ia resolver, que eu é que mandava, mas afinal não é assim. Grande merda.

Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

E aquelas pessoas que exigem sempre mais dos outros do que aquilo que podem dar? É péssimo defeito! Depois, quando notam quem lhes damos mais do que merecem, têm medo e fogem. Esse acto de covardia é capaz de ser a melhor coisa que pode acontecer, mesmo que não nos pareça à primeira, acabámos sempre por lá chegar.

Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

Ano novo, look novo.

Diz-se que mudar o cabelo é também uma forma de recomeçar. Há quem mude o cabelo drasticamente quando acaba uma relação. Não sei se ajuda em alguma coisa, mas eu estou a pensar em mudar. A verdade é que me sinto uma esfregona, com um cabelo enorme e assim magrinha. Apetece-me ser mais direitinha, porque com o cabelo eu sou por natureza muito messy. As inspirações:

O meu preferido, mas a minha cara não deve combinar ali.

Este é capaz de me ficar bem :)

Ok, é um pouco messy também, mas eu amo caracóis!

Qual gostam mais?